Non, Je Ne Regrette Rien
Non... rien de rien...
Non... je ne regrette rien
Ni le bien qu'on ma fait,
Ni le mal - tout ça m'est bien égal!
Non... rien de rien...
Non... je ne regrette rien
C'est payé, balayé, oublié,
Je me fous du passé!
Avec mes souvenirs
J'ai allumé le feu,
Mes chagrins, mes plaisirs,
Je n'ai plus besoin d'eux!
Balayé les amours
Avec leurs trémolos
Balayés pour toujours
Je repars à zéro...
Non... rien de rien...
Non... je ne regrette rien
Ni le bien qu'on ma fait,
Ni le mal - tout ça m'est bien égal!
Non... rien de rien...
Non... je ne regrette rien
Car ma vie, car mes joies,
Aujourd'hui, ça commence avec toi!
Não, Eu Não Me Arrependo de Nada
Não! Nada de nada...
Não! Eu não lamento nada...
Nem o bem que me fizeram
Nem o mal - isso tudo tanto faz!
Não, nada de nada...
Não! Eu não lamento nada...
Está pago, varrido, esquecido
Não me importa o passado!
Com minhas lembranças
Acendi o fogo
Minhas mágoas, meus prazeres
Não preciso mais deles!
Varridos os amores
E todos os seus temores
Varridos para sempre
Recomeço do zero.
Não! Nada de nada...
Não! Não lamento nada...!
Nem o bem que me fizeram
Nem o mal, isso tudo tanto faz!
Não! Nada de nada...
Não! Não lamento nada...
Pois, minha vida, pois, minhas alegrias
Hoje, começam com você!
Reflexões
sábado, 5 de maio de 2012
sábado, 28 de abril de 2012
sábado, 15 de novembro de 2008
Recomeçar

De soslaio
Pritama
Louca experiência, a vida./Ando num campo minado/A passos de dançarina clássica,Guiados pelos cantos dos meus olhos,/Para não dar passagem ao pânico./Vivo a vida em vislumbres!/Louco descanso, a vida./Quando no nada, posso ser ou não-ser,/Fundir-me em mim mesma e/Flutuar entre brisas e nuvens suaves./Meu corpo, então, não ocupa espaço./E em meio a toda essa paz/Simulo que finjo não perceber/A proximidade inevitável do drama e sua explosão./Volto minha cabeça, lentamente, só um pouco,/O suficiente para apenas espreitar/As sugestões de espirais de fumaça claras./As minas explodira
m? Dei um passo errado?Talvez!/Continuo calmamente o meu caminho/Sentindo que, talvez, seja apenas um suave cheiro de pólvora,/Prendo a respiração e lembro-me do “L’eau par Kenzo”./What a parfume!/Faço um “relevé” ligeiro/Com as pontas gastas das minhas sapatilhas invisíveis./Esboço um quase sorriso e/Continuo a minha passagem sorrateira/Com os cantos dos meus olhos./Não preciso mais da experiência para inferir efeitos,/Eu os transformo através da minha visão “trée” fragmentada/Pelo meu bem-viver à francesa./Assim, a maldade só me pega de surpresa,/E, se me encontrar, estarei equilibrando-me/Nesse fio tênue que separa a sanidade da loucura,/Na ponta dos pés, ao som do “La vie en rose”./C’est ma vie, mon amie.Pritama
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