sábado, 5 de maio de 2012

Non, Je Ne Regrette Rien Non... rien de rien... Non... je ne regrette rien Ni le bien qu'on ma fait, Ni le mal - tout ça m'est bien égal! Non... rien de rien... Non... je ne regrette rien C'est payé, balayé, oublié, Je me fous du passé! Avec mes souvenirs J'ai allumé le feu, Mes chagrins, mes plaisirs, Je n'ai plus besoin d'eux! Balayé les amours Avec leurs trémolos Balayés pour toujours Je repars à zéro... Non... rien de rien... Non... je ne regrette rien Ni le bien qu'on ma fait, Ni le mal - tout ça m'est bien égal! Non... rien de rien... Non... je ne regrette rien Car ma vie, car mes joies, Aujourd'hui, ça commence avec toi! Não, Eu Não Me Arrependo de Nada Não! Nada de nada... Não! Eu não lamento nada... Nem o bem que me fizeram Nem o mal - isso tudo tanto faz! Não, nada de nada... Não! Eu não lamento nada... Está pago, varrido, esquecido Não me importa o passado! Com minhas lembranças Acendi o fogo Minhas mágoas, meus prazeres Não preciso mais deles! Varridos os amores E todos os seus temores Varridos para sempre Recomeço do zero. Não! Nada de nada... Não! Não lamento nada...! Nem o bem que me fizeram Nem o mal, isso tudo tanto faz! Não! Nada de nada... Não! Não lamento nada... Pois, minha vida, pois, minhas alegrias Hoje, começam com você!

sábado, 28 de abril de 2012

sábado, 15 de novembro de 2008

Recomeçar



Tê-lo nos meus braços significou vitória! Teu cheiro de bebê me energizou a ponto de me sentir jovem, jovem e experiente. Teu corpinho perfeito nú me fez lembrar de Deus, de uma força energética maior que tem tudo a ver com esse momento: o da tua chegada. O pensar nessa energia me levou a agradecer pela minha vida, por eu ter podido estar presente neste momento de tanta beleza e de tanto amor. Teu olhar! Ah teu olhar! Parecia dizer: "Lembra-se de mim? Somos velhos conhecidos de outras vidas". Mistério!

De soslaio

"DE SOSLAIO"
Pritama
Louca experiência, a vida./Ando num campo minado/A passos de dançarina clássica,Guiados pelos cantos dos meus olhos,/Para não dar passagem ao pânico./Vivo a vida em vislumbres!/Louco descanso, a vida./Quando no nada, posso ser ou não-ser,/Fundir-me em mim mesma e/Flutuar entre brisas e nuvens suaves./Meu corpo, então, não ocupa espaço./E em meio a toda essa paz/Simulo que finjo não perceber/A proximidade inevitável do drama e sua explosão./Volto minha cabeça, lentamente, só um pouco,/O suficiente para apenas espreitar/As sugestões de espirais de fumaça claras./As minas explodiram? Dei um passo errado?Talvez!/Continuo calmamente o meu caminho/Sentindo que, talvez, seja apenas um suave cheiro de pólvora,/Prendo a respiração e lembro-me do “L’eau par Kenzo”./What a parfume!/Faço um “relevé” ligeiro/Com as pontas gastas das minhas sapatilhas invisíveis./Esboço um quase sorriso e/Continuo a minha passagem sorrateira/Com os cantos dos meus olhos./Não preciso mais da experiência para inferir efeitos,/Eu os transformo através da minha visão “trée” fragmentada/Pelo meu bem-viver à francesa./Assim, a maldade só me pega de surpresa,/E, se me encontrar, estarei equilibrando-me/Nesse fio tênue que separa a sanidade da loucura,/Na ponta dos pés, ao som do “La vie en rose”./C’est ma vie, mon amie.
Pritama